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Esta é uma das principais causas de cancro

O especialista David Servan-Schreber, defende, no seu livro 'Anti-Cancro - Um novo estilo de vida', que o aumento dos casos de cancro se encontra associado ao consumo de alimentos com açúcar.

Para o médico David Servan-Schreber, autor do livro 'Anti-Cancro - Um novo estilo de vida', aquilo que chama 'a epidemia do cancro' começou depois da segunda guerra mundial. Foi nessa altura que começaram a ser adicionadas grandes quantidades de açúcar altamente refinado aos alimentos; que se deram alterações cruciais nos processo agrícolas e que começámos a ser expostos a um grande número de produtos químicos que não existiam. E apresenta a solução!

Foto: Activa
- Elimine o açúcar, alimentos com açúcar adicionado e a pastelaria. Em 1830 comíamos cerca de 5kg de açúcar por ano. Em finais do século XX já estávamos nos 70kg/ano. Otto Warburg recebeu o Nobel da Medicina por descobrir que o metabolismo dos tumores malignos está em grande medida dependente do consumo de glucose. Os picos de insulina causados pela ingestão de alimentos com elevado índice glicémico (que fazem os níveis de açúcar no sangue subir muito rapidamente) e a segregação de uma molécula chamada IGF, que ocorre ao mesmo tempo, estimulam o desenvolvimento de células cancerosas.

- Coma carne e lacticínios proveniente de animais de pasto. Quando passámos a alimentar o gado de milho e de soja em vez de pasto, promovemos o desequilíbrio entre os ácidos gordos essenciais ómega 3 e ómega 6 no nosso organismo. O excesso de ómega 6 aumenta as inflamações e o desenvolvimento de células adiposas e cancerosas.

- Consuma apenas gorduras 'boas' como o azeite. O consumo de margarinas e óleos vegetais como o de girassol e de soja, muito ricos em ómega 6 e pobres em ómega 3 foi muito incentivado a partir dos anos 50. As gorduras hidrogenadas são péssimas para a saúde e facilitam o desenvolvimento de cancro.

Combater a poluição invisível

Outro ponto fulcral da luta pela prevenção contra o cancro passa pela luta contra a poluição. Lidamos todos os dias com uma quantidade gigantesca de químicos inexistentes há um par de décadas. A produção anual de químicos sintéticos aumentou de um milhão de toneladas em 1930 para 200 milhões de toneladas actualmente. Muitos deles são disruptores endócrinos, isto é, têm o condão de imitar as hormonas, um problema quando se sabe que há muitos cancros hormono-dependentes. Estes químicos estão em todo o lado: herbicidas, pesticidas, plásticos e até nos produtos domésticos e de beleza. Não podemos evitá-los a todos, mas é cada vez mais importante tomar as rédeas da nossa saúde e assumir responsabilidade pelo que consumimos, manter o sistema imunitário forte - com uma boa alimentação e uma vida sem stresse - e fazer os rastreios possíveis regularmente.

Fonte: Activa



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