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O horrível abate de baleias nas Ilhas Faroé da Dinamarca em nome de uma tradição

Após o assassinato cruel do leão africano Cecil, símbolo do Zimbábue por um dentista “caçador” norte-americano, tem havido maior mobilização em torno da defesa da vida selvagem, discutindo-se mundialmente a fragilidade dos ecossistemas interligados entre si e de como os humanos conseguem destruir o seu próprio lar, o planeta Terra com suas diferentes formas de vida.

O pior é que crimes contra os Animais não se limitam aos países pobres, mas acontecem em todos os lugares e sociedades. Dia 28/07 último mesmo, verão no hemisfério Norte, num conjunto de ilhas vulcânicas chamadas Faroé pertencentes à Dinamarca, centenas de vidas animais foram sacrificadas em nome de uma tradição cega e alienada de sentimentos.


As 18 ilhas situadas entre a Islândia e a Escócia têm muitas peculiaridades singulares.

A maior ilha chama-se Stremoy no centro do arquipélago, cuja capital é Tórshavn com 15.000 habitantes. Um pedaço selvagem do planeta com falésias enormes no litoral e a rica fauna marinha do Atlântico faz com que a pesca seja a principal actividade da população local, mas como que por ironia, o que era para ser algo belo e alegre, acaba se transformando num ponto de discórdia entre os insulares e a opinião pública mundial que defende a coexistência pacífica entre as espécies.

Desafortunadamente a tradição do povo local, descendente dos antigos vikings promove a matança de centenas de baleias piloto e golfinhos. 

O que é, como funciona este ritual macabro de morte de seres indefesos e com que objectivos? São algumas das perguntas que muitos buscam respostas. Os cientistas já atestaram que golfinhos e baleias são incrivelmente inteligentes, criaturas lúdicas ou brincalhonas.

Deste modo, provas reais mostram, por exemplo, que até a Guarda Costeira das Ilhas Faroé é usada para buscar os cardumes de baleias, golfinhos e botos para serem mortos pelas mãos da população. 

Os caçadores com o apoio dos militares cercam os animais no mar, conduzindo-os até a costa. Os animais não sabem que estão prestes a morrer - eles pensam que estão apenas brincando com os seres humanos. Uma vez encalhados, ofegantes e aterrorizados, os caçadores começam a esfaquear as criaturas nas espinhas, cortando sua medula espinhal que é o principal suprimento de sangue para o cérebro.

Baleias e golfinhos que poderiam escapar de volta para a água ficam atordoados na tremenda confusão que se forma e acabam desamparados, onde o único som que se escuta é o barulho ensandecido dos nativos e mais os gritos de desespero das famílias de baleias inocentes. 

Será que animais encurralados em baías e mortos atestando a crueldade humana; águas vermelhas de sangue; uma carne intragável devido a seus níveis tóxicos de mercúrio e distribuída posteriormente a própria população gratuitamente, justificam a morte de animais inocentes (que sentem dor, têm instinto e facilidade de adaptação da parte deles com as pessoas) em pleno século XXI no Continente Europeu? 

O governo da Dinamarca, dizem as sociedades protectoras dos animais e vida selvagem, deveria é por um fim a estes actos sórdidos, ou seja, o poder local ao invés de apoiar tamanha brutalidade, deveria se esforçar para impedir tudo isto, formando um “novo” carácter nas novas gerações das ilhas.

Enquanto isto não acontece, muitos concordam com o que escreveu William Shakespeare em Hamlet: “Há algo de podre no reino da Dinamarca”

Fonte e Foto: Blasting News

Optamos por não divulgar as imagens pois são muito violentas. deixamos uma desfocada. mesmo desfocada podem ver uma criança sentada em cima de uma das baleias assassinadas.



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