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GUARDA - Usa instituição de apoio a deficientes para facturar

Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados da Guarda garante dezenas de contratos a empresas de vice-presidente.

José Sequeira Abrantes, ex-vice-presidente da Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados da Guarda (CERCIG), acaba de ser acusado de um crime de participação económica em negócio, punível com cinco anos de prisão. Segundo o Ministério Público (MP), Abrantes usou aquela instituição de solidariedade social para garantir dezenas de contratos a duas empresas de que era sócio-gerente.

Fonte: JN

Lucra com obras em cooperativa de apoio a pessoas deficientes José Abrantes


"manteve uma relação comercial e regular com a CERCIG, através das suas empresas"

O Ministério Público (MP) acusou o ex-vice-presidente da Cooperativa de Educação, Reabilitação de Cidadãos Inadaptados da Guarda (CERCIG) de um crime de participação económica em negócio em questões relacionada com a compra e venda de apólices de seguro e adjudicação de obras.

Foto: JN
Segundo a acusação do MP da Guarda, à qual o CM teve acesso, José Abrantes "manteve uma relação comercial e regular com a CERCIG, através das suas empresas". Nessa relação comercial, o arguido "agiu de modo a privilegiar os interesses patrimoniais das suas empresas e não os interesses da CERCIG". Durante o período em que foi vice-presidente, adianta o MP, José Abrantes "outorgou cinco Projectos no valor de 9966 euros sem consulta prévia de propostas concorrenciais".




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