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RARÍSSIMAS - Deputada do PS com viagem paga à Noruega

Na reportagem da TVI, é ainda referido que a Raríssimas chegou a contratar, em 2013, o actual secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado como consultor. O salário que lhe foi atribuído era de 3 mil euros. “Na altura em que foi feita a contratação achei que era muito dinheiro. Falava-se inclusivamente no senhor Manuel Delgado vir a ganhar 12 mil euros por mês. Para a Raríssimas, ganhava muito para as possibilidades que a Raríssimas tinha”, disse o ex-tesoureiro Jorge Nunes.

O pagamento dos salários de Manuel Delgado chegaram a estar atrasados, resultado da falta de fundo de maneio da empresa, conta o mesmo ex-funcionário. Quando chegou à Raríssimas um novo subsídio estatal, de 15 mil euros, Jorge Nunes enviou um e-mail a Manuel Delgado onde lhe teria dito que ia “rapar o tacho” para lhe pagar o valor em falta. Ainda assim, na reportagem da TVI, não é apontado a Manuel Delgado a prática de apresentação de despesas fictícias ou do uso de fundos da empresa para despesas pessoais. Manuel Delgado recebeu da Associação, em dois anos, 63 mil euros.

Foto: Rádio Fundação
Foto: Parlamento Global
O ex-tesoureiro Jorge Nunes falou ainda de uma viagem paga à deputada do PS Sónia Fertuzinhos (1ª foto), que se terá deslocado à Noruega a expensas da Raríssimas. Sónia Fertuzinhos é casada com o ministro Viera Da Silva (2ª foto).

A TVI demonstra ainda como Paula Brito da Costa optou por não responder às perguntas da jornalista autora da reportagem, Ana Leal. O Observador está a tentar entrar em contacto com a presidente da Raríssimas mas até agora não obteve resposta.

Em declarações ao Observador, fonte do Ministério da Segurança Social, que atribuiu 665 mil euros em 2016 à Raríssimas, diz que não recebeu nenhuma denúncia que apontasse para a alegada gestão de Paula Brito Costa. Tentámos ainda contactar a deputada Sónia Fertuzinhos, e enviámos questões para os ministérios da Saúde e da Segurança Social, em particular para o secretário de Estado da Saúde Manuel Delgado. Até ao momento não obtivemos qualquer resposta.

Quem já reagiu foi a direção da Raríssimas, que diz que as acusações são “insidiosas” e os documentos apresentados “descontextualizados”.

Fonte e Foto: Observador



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