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Portugal ajuda os pobres países do mundo, mas rouba os seus pobres contribuintes


"Portugal oferece estádio à Palestina (2007)

O novo Estádio Internacional da cidade, nos arredores de Belém, Cisjordânia, cuja construção foi financiada por Portugal, através do Instituto Português de Cooperação para o Desenvolvimento, foi inaugurado. O recinto, uma oferta de Portugal aos desportistas palestinianos - cuja construção custou dois milhões de dólares -, tem capacidade para seis mil espectadores, é certificado pela FIFA e dispõe de piso sintético e iluminação."

Escola nova na Palestina com dinheiro português

Governo português financiou uma escola na região de Nablus. Mas à conta da crise não se prevêem novas acções de cooperação.

Foi hoje inaugurada, na região de Nablus (norte da Cisjordânia), a Escola Feminina de Beit Furik, financiada pelo Governo português. A estrutura inclui 16 salas de aula, totalmente equipadas, e irá acolher 470 alunas.

O projeto custou um milhão de dólares (cerca de 740 mil euros) e decorre do Protocolo de Cooperação celebrado entre Portugal e a Autoridade Nacional Palestiniana em 2009. O documento previa a construção de três escolas de ensino básico, num custo total de três milhões de dólares (2,2 milhões de euros).

A primeira escola foi inaugurada em 2010, em Qalqis, na região de Hebron. Em Junho de 2011, começou a construção do segundo estabelecimento de ensino, hoje inaugurado. Os valores desembolsados pela cooperação portuguesa dizem respeito aos anos orçamentais de 2009 e 2010.

Portugal abriu a sua representação diplomática em Ramallah em 1999 e, desde então, apoiou a construção de uma residência universitária feminina na Universidade Al-Najah, em Nablus, e ainda a construção de um campo desportivo na localidade de Al-Khader, na área de Belém.

FAVORES COM FAVORES SE PAGAM... QUEM VAI GANHAR COM ESTES FAVORES QUE TODOS NÓS PAGAMOS?

Já fechámos urgências, maternidades, centros de saúde e escolas primárias, mas oferecemos estádios.

Devíamos fechar o Hospital de Santa Maria e oferecer um pavilhão multiusos ao Afeganistão.

A seguir fechávamos a Cidade Universitária e oferecíamos um complexo olímpico (também com estádio) à Somália.

Há quem se possa gabar que foi mais inteligente que os portugueses que estão a falir, que são uns burros. Há uns espertalhões que escaparam à crise, porque garantem que tiveram a capacidade de se expandiu para o estrangeiro.... Como é o caso das grandes construtoras nacionais. As tais amigas dos políticos que lhes davam obras e que em troca davam tachos e dinheiro aos partidos e políticos.

Como é óbvio há sempre umas empresas que nunca irão à falência, só quando acabarem os impostos é que elas iam à falência. Porque para além de conquistarem (monopolizarem) o mercado nacional, graças aos benefícios e favores politicos, também conquistaram os mercados internacionais, graças aos favores e benefícios políticos, que todos pagamos bem caro. 

Porque será que se expandem para o estrangeiro? Será coincidência? Habilidade? Ou compram amigos e mercados com o dinheiro dos nossos impostos?

"Portugal dá 70 milhões de euros a Cabo Verde

E para "consolidar as conquistas e enfrentar o futuro", as ilhas do arquipélago descoberto em 1460 por Diogo Gomes poderão contar com 70 milhões de euros no âmbito do Plano Integrado de Cooperação (PIC) para 2008-2011."

DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES PORTUGUESES

"No primeiro de uma visita de cinco dias a Cabo Verde, Cravinho garantiu que em 2008 "as portas estão abertas" para um novo rumo na cooperação entre Portugal e a antiga colónia.

"O novo PIC, que deverá ser assinado amanhã, contém ainda uma novidade: o apoio orçamental. 

Uma faceta que João Gomes Cravinho, após um encontro com a ministra das Finanças e Administração Pública cabo verdiana, Cristina Duarte, definiu como "um atestado da nossa confiança no Governo de Cabo Verde".

Cravinho deve hoje entregar fardas e equipamento à escola de polícia da Praia, antes de uma visita, amanhã, à ilha do Fogo, dedicada à formação profissional, área em que Portugal tem centrado a sua cooperação com Cabo Verde.

PORTUGAL é o primeiro contribuinte bilateral da ajuda pública ao arquipélago, entre 2000 e 2006 Portugal contribuiu com perto de 200 milhões de euros para o arquipélago."

Fonte e foto: Apodrecetuga



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