À data de 4 de janeiro de 2026, Donald Trump reiterou o seu forte desejo de que os Estados Unidos tomem o controlo da Gronelândia, descrevendo a anexação como uma "necessidade absoluta" para a defesa nacional. Embora não tenha ocorrido uma ocupação física até ao momento, a retórica e as ações administrativas de Trump intensificaram-se significativamente no início de 2026.
Os pontos principais da situação atual são:
Ameaça de força: Em janeiro de 2026, Trump recusou-se a excluir o uso de força militar para anexar a ilha. Esta postura surge após operações militares americanas noutras regiões, como a captura de Nicolás Maduro na Venezuela, o que aumentou os receios internacionais de uma intervenção semelhante na Gronelândia.
Nomeação de Enviado Especial:
Em dezembro de 2025, Trump nomeou o governador da Louisiana, Jeff Landry, como enviado especial para a Gronelândia, com o objetivo explícito de trabalhar para que o território se torne parte dos EUA.
Motivações:
Trump justifica o interesse na ilha pela sua posição estratégica no Ártico para contrariar a presença russa e chinesa, além da riqueza em recursos naturais, como terras raras e minerais críticos.
Reação da Dinamarca e Gronelândia:
A Primeira-Ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, e o Primeiro-Ministro gronelandês, Jens-Frederik Nielsen, condenaram duramente as declarações de Trump em 4 de janeiro de 2026, instando-o a "parar com as ameaças" e afirmando que os EUA não têm direito de anexar o território.
Sinais da Administração: Katie Miller, esposa do conselheiro Stephen Miller, publicou recentemente uma imagem da Gronelândia coberta pela bandeira dos EUA com a legenda "SOON" (Em breve), sinalizando as intenções da administração.
Até agora, a Gronelândia permanece um território autónomo sob a soberania do Reino da Dinamarca e é protegida pela aliança da NATO
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